

Músicas da MPB - I
Músicas da MPB - I
I Love You Chiclete
Olha a banana madura menina
Segura a cintura
Eu vou por aí
Alô Alô, tiete tão linda
Estrela bem-vinda ao meu coração
Rebola teu corpo e mostra pra vida
Você é querida na nossa canção
A maluquete tá louca da vida
E seu amor não curte essa não
Mas a tiete vai dançando o ti ti ti
Que faz ferver seu coração
Mexe, mexe maluquete que eu quero ver
Mexe, mexe maluquete que eu vou mexer
Vou por aí curtindo a tiete
Eu quero mesmo o cheiro da maluquete
Dou beliscão ela mete a mão
E sai gritando I love you Chiclete
A tiete gritou Chiclete com Banana
A maluquete gritou Chiclete com Banana
E a tiete gritou Chiclete com Banana
Iluminados
O amor tem feito coisas
Que até mesmo Deus duvida
Já curou desenganados
Já fechou tanta ferida
O amor junta os pedaços
Quando um coração se quebra
Mesmo que seja de aço
Mesmo que seja de pedra
Fica tão cicatrizado
Que ninguém diz que é colado
Foi assim que fez em mim
Foi assim que fez em nós
Esse amor iluminado
Fica tão cicatrizado
Que ninguém diz que é colado
Foi assim que fez em mim
Foi assim que fez em nós
Esse amor iluminado...
Imagens
À mim não importa ser a sombra
quando você é a figura
ser a situação
quando você
é o assunto
Eu nasci pra estar ao seu lado
mesmo se não estamos juntos
e é por isso
que quando gritas
permaneço calado
Como o Sol determina
retrato falado
meu pé de laranja lima
Mas somos assim como um desenho
talvez
reflete e refletor
Você
as imagens que tenho
as que quero
as que tenho amor
À mim não importa ser a sombra
quando você é a figura
ser a situação
quando você
é o assunto
Indecência Militar
Na porta do local do alistamento militar (indecência) esperando pela hora de entrar
De saco cheio estava eu lá (paciência)
Sem nenhuma mulher pra agarrar e nenhum som pra escutar
E um monte de marmanjo do meu lado eu vi
Então pensei: "Porra. O quê que eu tô fazendo aqui?"
(Pergunta sem resposta) e raiva lá dentro
Foi assim que eu fiz o rap pra passar o tempo
Porque o serviço militar obrigatório é uma indecência
Um ano sem mulher batendo continência
Escravidão numa democracia é uma incoerência
Um ano sem mulher batendo continência
Um ano sem mulher
Só ralando (E o salário...)
Não leve a mal mas isso é coisa pra otário
Alguns podem até gostar da brincadeira
Mas o serviço só é bom pra quem quer seguir carreira militar
Mas rapá... pro Pensador não dá
Servindo o Exército, Marinha, Aeronáutica ou qualquer porra dessa
Num interessa
Eu ia ser um infeliz e ia ficar revoltado como eu nunca quis
Servindo quem montou a ditadura aqui no meu país!
Usando farda
Lavando o chão
Sem reclamar de nada pra num ser jogado na prisão
(Hum mas que situação)
Batendo continência e fazendo flexão
Para os caras que prenderam meu pai e mataram tantos outros institucionalizando a repressão (Não!)
Agora acorda e concorda com esse refrão
(E porque não?)
Porque o serviço militar obrigatório é uma indecência
Um ano sem mulher batendo continência
Escravidão numa democracia é uma incoerência
Um ano sem mulher batendo continência
Nas mãos dos militares muito jovem já morreu
Num quero ser soldado
Quem manda em mim sou eu
Isso é o defeito da nossa sociedade
Exijo mais respeito pela minha liberdade
Um ano da minha vida não pode ser gasto assim
Escravizado por quem nunca fez nada de bom por mim
Essa contradição alguém me explique um dia
Serviço obrigatório não combina com democracia
A porta abre e todos entram
Torcendo pra sobrar
Enquanto isso dá vontade de cantar:
Porque o serviço militar obrigatório é uma indecência
Um ano sem mulher batendo continência
Escravidão numa democracia é uma incoerência
Um ano sem mulher batendo continência
Índia
(José A. Flores/M. O. Guerreiro/versão: José Fortuna)
Índia, seus cabelos nos ombros caídos
Negros como a noite que não tem luar
Seus lábios de rosa, para mim, sorrindo
E a doce meiguice desse seu olhar
Índia da pele morena
Sua boca pequena eu quero beijar
Índia, sangue tupi, tem o cheiro da flor
Vem, eu quero lhe dar
Todo o meu grande amor
Quando eu for embora para bem distante
E chegar a hora dedizer-lhe adeus
Fique nos meus braços só mais um instante
Deixa os meus lábios se unirem aos seus
Índia, levarei saudade
Da felicidade que você me deu
Índia, a sua imagem sempre comigo vai
Dentro do meu coração, flor do meu Paraguai
Índigo Blue
Índigo blue, índigo blue
Índigo blusão
Índigo blue, índigo blue
Índigo blusão
Sob o blusão, sob a blusa
Nas encostas lisas do monte do peito
Dedos alegres e afoitos
Se apressam em busca do pico do peito
De onde os efeitos gozosos
Das ondas de prazer se propagarão
Por toda essa terra amiga
Desde a serra da barriga
Às grutas do coração
Índigo blue, índigo blue
Índigo blusão
Índigo blue, índigo blue
Índigo blusão
Sob o blusão e a camisa
Os músculos másculos dizem respeito
A quem por direito carrega
Essa Terra nos ombros com todo o respeito
E a deposita a cada dia
Num leito de nuvens suspenso no céu
Tornando-se seu abrigo
Seu guardião, seu amigo
Seu amante fiel
Um Índio
Um índio descerá de uma estrela colorida brilhante
De uma estrela que virá numa velocidade estonteante
E pousará no hemisfério sul da américa num claro instante
Depois de exterminada a última nação indígena
E o espírito dos pássaros, das fontes, de água límpida
Mais avançado que a mais avançadas das mais avançadas das tecnologias
| Virá
| Impávido que nem Muhammad Ali
| Virá que eu vi
| Apaixonadamente como Peri
| Virá que eu vi
| Tranqüilo e infalível como Bruce Lee
| Virá que eu vi
| O axé do afoxé Filhos de Ghandi
| Virá
Um índio preservado em pleno corpo físico
Em todo sólido todo gás e todo líquido
Em átomos, palavras, alma, cor, em gesto, em cheiro,
em sombra, em luz, em som, magnífico
Num ponto eqüidistante entre o Atlântico e o Pacífico
Do objeto sim, resplandecente, descerá o índio
E as coisas que eu sei que ele dirá, fará, não sei dizer assim de um modo explícito
( | )
E aquilo que nesse momento se revelará aos povos
Surpreenderá a todos não por ser exótico
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto quando terá sido o óbvio
Índios
Quem me dera, ao menos uma vez,
Ter de volta todo o ouro que entreguei
A quem conseguiu me convencer
Que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano-de-chão
De linho nobre e pura seda.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Explicar o que ninguém consegue entender:
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
E fala demais por não ter nada a dizer.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Que o mais simples fosse visto como o mais importante,
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês -
É só maldade então, deixar um Deus tão triste.
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho.
Entenda - assim pude trazer você de volta para mim,
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do começo ao fim
E é só você que tem a cura para o meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos obrigado.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Como a mais bela tribo, dos mais belos índios,
Não ser atacado por ser inocente.
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho.
Entenda - assim pude trazer você de volta para mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do começo ao fim
E é só você que tem a cura para o meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
Nos deram espelhos e vimos um mundo doente -
Tentei chorar e não consegui.
Infinita Highway
Você me faz correr demais
Os riscos desta Highway
Você me faz correr atrás
do horizonte desta Highway
Ninguém por perto, silêncio no deserto
Deserta highway
Estamos sós e nenhum de nós
Sabe exatamente onde vai parar
Mas não precisamos saber pra onde vamos
Nós só precisamos ir
Não queremos ter o que não temos
Nós só queremos viver
Sem motivos nem objetivos
Estamos vivos e isto é tudo
E sobretudo a lei
Da infinita Highway
Quando eu vivia e morria na cidade
Eu não tinha nada, nada a temer
Mas eu tinha medo, medo desta estrada
Olhe só, veja você
que eu vivia e morria na cidade
Eu tinha de tudo, tudo ao meu redor
Mas tudo que eu sentia era que algo me faltava
E a noite eu acordava banhado de suor
Não queremos lembrar o que esquecemos
Nós só queremos viver
Não queremos aprender o que já sabemos
Não queremos nem saber
Sem motivos nem objetivos
Estamos vivos e é só
Só obedecemos à lei
Da infinita highway
Escute, garota, o vento canta uma canção
Dessas que a gente nunca canta sem razão
Me diga, garota: "Será o corpo uma prisão?"
Eu acho que sim, você finge que não
Mas nem por isso ficaremos parados
Com a cabeça nas nuvens e os pés no chão
Tudo bem, garota, não adianta mesmo ser livre
Se tanta gente vive sem ter como viver
Estamos sós e nenhum de nós
Sabe onde quer chegar
Estamos vivos sem motivos
Que motivos temos para estar?
Atrás de palavras escondidas
Nas entrelinhas do horizonte
Desta highway (?)
Silenciosa highway
Eu vejo o horizonte trêmulo
Tenho olhos úmidos
Eu posso estar completamente enganado
Posso estar correndo pro lado errado
Mas a dúvida é o preço da pureza
É inútil ter certeza
Eu vejo as placas dizendo "não corra"
Não morra, não fume
Eu vejo as placas cortando o horizonte
Elas parecem facas de dois gumes
Minha vida é tão confusa quanto a América Central
Por isso não me acuse de ser irracional
Escute, garota, façamos um trato
Você desliga o telefone e eu fico muito abstrato
Eu posso ser um beatle
Um beatnik ou um bitolado
Mas eu não sou ator
Eu não tô à toa do teu lado
Por isso, garota, façamos um pacto
Não causar a highway para causar impacto
Ingênuo
(Pixinguinha/Benedito Lacerda/Paulo César Pinheiro)
Eu fui ingênuo quando acreditei no amor
Mas, pelo menos jamais me entreguei à dor...
Chorei o meu choro primeiro
Eu chorei por inteiro pra não mais chorar
E o meu coração permaneceu sereno
Expulsando o veneno pelo meu olhar...
... eu procurei me manter como Deus mandou
Sem me vingar que a vingança não tem valor
E depois também perdoar a quem erra
É ser perdoado na Terra
Sem ter que pedir perdão no céu.
Eu não quis resolver
Eu não quis recusar
Mas do amor em ruína, uma força termina
Por nos dominar e depois proteger
Dos abismos que a vida traçar
Quando o tempo virar o único mal
E a solidão começa a ser fatal...
Eu não quis refletir, não
Eu não quis recuar, não
Eu não quis reprimir, não
Eu não quis recear...
Porque contra o bem nada fiz
E eu só quero algum dia
Ser feliz como eu sou infeliz...
Insensatez
(Antônio Carlos Jobim/Vinícius de Moraes)
A insensatez que você fez
Coração mais sem cuidado
Fez chorar de dor o seu amor
Um amor tão delicado
Ah! Porque você
Foi fraco assim
Assim tão desalmado
Ah! Meu coração
Quem nunca amou
Não merece ser amado
Vai meu coração, ouve a razão
Usa só sinceridade
Quem semeia vento, diz a razão
Colhe sempre tempestade
Vai meu coração
Pede perdão, perdão apaixonado
Vai porque não
Pede perdão
Não é nunca perdoado
Insensível
Até parece loucura,
Não sei explicar,
É a verdade mais pura:
Eu não consigo amar.
Meu amor me desculpe,
Não quis te ferir,
Mas dizer a verdade
É melhor que mentir.
Insensível, insensível, você diz.
Impossível fazer você feliz.
Às vezes você esquece
O que eu finjo esquecer
Mas pra mim é difícil
Não consigo entender
Entre outras pessoas
É tão natural
Porque será que comigo
Não pode ser igual
Insensível, insensível, você diz.
Impossível fazer você feliz
Não fui eu, não foi você quem escolheu
Viver nesse mundo tão frio
Às vezes vocês
O que eu finjo esquecer
Inútil
A gente não sabemos escolher presidente
A gente não sabemos tomar conta da gente
A gente não sabemos nem escovar os dente
Tem gringo pensando que nós é indigente
Inútil
A gente somos inútil
A gente faz carro e não sabe guiar
A gente faz trilho e não tem trem pra botar
A gente faz filho e não consegue criar
A gente pede grana e não consegue pagar
A gente faz música e não consegue gravar
A gente escreve livro e não consegue publicar
A gente escreve peça e não consegue encenar
A gente joga bola e não consegue ganhar
Invocação
Deus dos sem deuses
Deus do céu sem Deus
Deus dos ateus
Rogo a ti cem vezes
Responde quem és
Serás Deus ou Deusa?
Que sexo terás?
Mostra teu dedo, tua língua, tua face
Deus dos sem deuses
Iolanda
(Pablo Milanés - versão: Chico Buarque)
Esta canção
Não é mais que uma canção
Quem dera fosse uma declaração de amor
Romântica
Sem procurar a justa forma
Do que me vem de forma assim tão caudalosa
Te amo, te amo
Eternamente te amo
Se me faltares
Nem por isso eu morro
Se é pra morrer
Quero morrer contigo
Minha solidão
Se sente acompanhada
Por isso às vezes sei que necessito
Teu colo, teu colo
Eternamente teu colo
Quando te vi
Eu bem que estava certo
De quem me sentiria descoberto
A minha pele
Vais despindo aos poucos
Me abres o peito quando me acumulas
De amores, de amores
Eternamente de amores
Se alguma vez
Me sinto derrotado
Eu abro mão do sol de cada dia
Rezando o credo
Que tu me ensinaste
Olho teu rosto e digo à ventania
Iolanda, Iolanda
Eternamente Iolanda
Iolanda
Eternamente Iolanda
Eternamente Iolanda
I Saw You Saying
(Digão/Canisso/Rodolfo/Rodrigo)
Reconheci a Madonna ali parada no jardim
Não resisti fui perguntar o que ela achava de mim
Eu não sei falar inglês
Ela não entende uma palavra em português
I saw you saying that you say that you saw
I saw you saying that you say that you saw
I feel good because you put your butt on me
I feel good because you put your butt on me
Perguntei para o meu pai
O que ela me disse
Ela disse, meu rapaz:
I saw you saying that you say that you saw
I saw you saying that you say that you saw
I feel good because you put your butt on me
I feel good because you put your butt on me
I feel good because you put your butt on
The hula hula song make me feel so strong
The hula hula hey goodbye I'm going away
The hula hula song make me feel so strong
The hula hula hey goodbye I'm going away
Because you put your butt on me
You know put your butt on me
You know put your butt on me
Isto Aqui, O Que É?
| Isto aqui ô ô
| É um pouquinho de Brasil, iá, iá
| Desse Brasil que canta e é feliz, feliz, feliz
| É também um povo de uma raça
| Que não tem medo de fumaça, ai ai
| E não se entrega não...
Olha o jeito nas cadeiras
Que ela sabe dar
Olha só o remelexo que ela sabe dar
Olha o jeito nas cadeiras
Que ela sabe dar
Olha só o remelexo que ela sabe dar
Morena boa que me faz penar
Bota a sandália de prata
E vem pro samba sambar
Isto é O Meu Brasil
Ô, nossa praias são tão claras
Nossas flores são tão raras
Isto é o meu Brasil
Ô, nossas fontes, nossas ilhas e matas
Nossos montes, nossas lindas cascatas
Deus foi quem criou
Ô, ô
Ô, minha terra brasileira
Ouve esta canção ligeira
Que eu fiz quase louco de saudade
Brasil
Tange as cordas dos seus violões
E canta o teu canto de amor
Que vai fundo nos corações
Isto Eu Não Faço Não
Você, arruinou minha vida
me fingiu ser amiga
num momento qualquer
você, entortou meu caminho
mas quem vive sozinho
sabe bem o que quer
Você, pensou que eu estava acabado
que ia chorar ao seu lado
como você errou, mulher!
mesmo porque
eu não vivo a seu gosto
e prefiro o desgosto de viver na solidão
você, esperou que um dia
implorar eu iria
como quem pede perdão
pensou que a esse ponto eu chegasse
pensou que eu ainda voltasse
mas isso eu não faço não.
Ive Brussel
Você com essa mania sensual
De sentir e me olhar
Você com esse seu jeito contagiante
Fiel e sutil de lutar
Não sei, não
Assim você acaba me conquistando
Não sei, não
Assim eu acabo me entregando
Pois está fazendo um ano e meio, amor
Que eu estive por aqui
Desconfiado, sem jeito e quase calado
Quando fui bem recebido e desejado por você
Nunca como eu poderia esquecer amor
| Ai, ai, ai, se naquele dia você foi tudo
| Foi demais pra mim
| Ai, ai
| Se naquele dia você foi tudo
| Fez de mim um anjo
Ive, ive, ive
Brussel, Brussel
Brussel, Brussel
Brussel, Ive Brussel
Ive Brussel (4x)
Ive
Olha o visual
Brussel, Brussel
Patrícia Alvarenga,
petrolina@uol.com.br
Última edição em 27 de outubro de 2003.
PS. Sugestões, críticas, correções e principalmente colaborações são
muito bem vindas! Desde que não me peçam letras (cifradas ou não). :)